Por Marcela de Holanda
Não mudar é a certeza de morrer sem avançar nenhuma fase no jogo. Mudar dói. Não mudar corrói entre um café e outro, dia a dia. Viver dentro das possibilidades do corpo atrofia a alma. É preciso expandir. É preciso transcender. Sem coragem não se vai nem do banheiro à cozinha. Com coragem você vai até para lugares que não existem. Você cria novas fronteiras e vai as empurrando até o infinito. Esqueça tudo que trava. É preciso esquecer. Voltar ao estágio inicial, da criança que não sabe do que não é capaz e, por isso, é capaz de tudo. Se amar é possível, o que não será? Acreditar e se jogar. Cair, cair, cair. O fundo? Bem, o fundo não existe.
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